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Conheça a história de Rodeio

Publicado em 19/02/2015 às 16:28 - Atualizado em 19/02/2015 às 16:30

A IMIGRAÇÃO

Rodeio foi fundado por imigrantes italianos vindos do Tirol Trentino, Norte da Itália, no ano de 1875, época em que o Tirol Meridional ainda pertencia ao Império Austro-Húngaro. Inicialmente vieram 114 famílias distribuídas em 3 turmas: a primeira, composta de 20 famílias, partiu em maio de 1875, aportando aqui no dia 15 de agosto-dia da Assunção de Nossa Senhora. A segunda turma, composta de 34 famílias, chegou no dia 15 de setembro-dia da Nossa Senhora das Dores. A terceira, com 60 famílias, partiu em 28 de agosto e chegou em 28 de outubro.

 

Os grupos partiram de Trento em viagem de trem. Depois seguiam por via marítima em navios até aportar no Rio de Janeiro. Em seguida aportavam em Itajaí para serem conduzidos até Blumenau, em carroças. De Blumenau eram conduzidos a pé, até Timbó, a fim de escolherem seus lotes de terra em meio à floresta virgem.

 

As primeiras famílias vieram de Trento, Rovereto, Pèrgine, Fornace, Civezzano, Lèvico e Vìgolo Vattaro.

 

 

 

A Primeira estrada aberta no meio da floresta foi a PICADA DE RODEIO, ou LINHA CAMINHO DE RODEIO, feita a golpes de facão e machado. Ali os imigrantes ocuparam suas colônias, desde Timbó até Diamante, às margens do Rio Itajaí-Açu, onde construíram suas primeiras choupanas de madeira bruta, cobertas de folhas de palmitos, suas primeiras residências provisórias. Inicialmente trataram de derrubar a mata para as primeiras plantações, trabalho duro e sofrido que lhes acarretou toda espécie de sacrifícios e dificuldades. Sendo porém muito católicos tinham por princípios inabaláveis a fé e a coragem, e como valores insubstituíveis a família e o trabalho, fatores com os quais contaram para vencer,  conseguindo assim plantar a semente da colonização.

 

Rodeio pertencia à Colônia de Blumenau, nome dado ao fundador e administrador Dr. Hermann Bruno Otto Blumenau, um alemão que viabilizou a colonização através de contatos celebrados com o Imperador do Brasil.

 


PIONEIROS 
Os pioneiros desbravadores vieram da Província de Trento, dos lugares: Rovereto, Civezzano, Pèrgine, Fornace, Baselga di Pine, Lèvico, Vigolo Vattaro. Foram os seguintes:

 

 

 

Adami, Domenico

 

Addami, Casimiro

 

Addami, Neguni

 

Anderle, Domnico

 

Anesi, Giacomo

 

Baldo, Francesco

 

Bartlomè, Araldo

 

Battisti, Batista

 

Beber, Antonio

 

Benini, Roberto

 

Berlofa, Luigi

 

Berri, Gaspare

 

Bertoldi, Giacomo

 

Bombasaro, Alessandro

 

Benvecchio, Giuseppe

 

Briddi, Pietro

 

Campregher, Battista

 

Carlini, Gioondo

 

Conzatti, Domenico

 

Conzatti, Grazioso

 

Corn, Givanni

 

Crispim, ...

 

Cristofolini, Celeste

 

Cristofolini, Mansueto

 

Danna, Giovanni

 

Demattè, Giovanni

 

Depinè, Carlo

 

Fadanella, Vva, Orsola

 

Faes, Giovanni

 

Feller, Costante

 

Fiamoncini, Giosuè

 

Fiamoncini, Giovanni Battista

 

Fiamoncini, Giuseppe

 

Fontana, Daniel

 

Frainer, Alessio

 

Frainer, Guerino

 

Franzoi, Bertoldo

 

Fronza, Antonio

 

Fronza, Batista

 

Fronza, Francesco

 

Fronza, Giovanni Battista

 

Fruet, Valentino

 

Furlani, Giacome

 

Giotti, Carlo

 

Girardi, Bortolo

 

Girardi, Domenico

 

Girardi, Enrico

 

Girardi, Placido

 

Gottardi, Felice

 

Kissner, ...

 

Longo, Giovanni

 

Longoni, Luigi

 

Lorenzi, Giacomo

 

Lunelli, Antonio

 

Lunelli, Giovanni

 

Fachini, Felice

 

Manfrini, Ermenegildo

 

Meneghelli, Erminio

 

Moratelli, Giacomo

 

Moser, Agostinho

 

Moser, Antonio

 

Moser, Antonio (II)

 

Moser, Augusto

 

Moser, Giacomo

 

Moser, Giuseppe

 

Moser, Luigi Mário

 

Moser, Pietro

 

Negherbon, Federico

 

Negherbon, Luiggi

 

Noriller, Luiggi

 

Ochner, Domenico

 

Pacher, Giovanni

 

Pacher, Giuseppe

 

Pandini, Francesco

 

Pasqualini, Antonio

 

Pasqualini, Battista

 

Pasqualini, Domenico

 

Pegoretti, Antonio

 

Pezzi, Vva

 

Pezzini, Marcelo

 

Pintarelli, Candido

 

Pintarelli, Emanuele

 

Pisetta, Battista

 

Pisetta, Costante

 

Pinzigher, Domenico

 

Plotegher, Vicenzo

 

Raizer, Pietro

 

Rigo, Antonio

 

Rigo, Giovanni

 

Rodela

 

Roncador, Giacomo

 

Rosa, Mansueto

 

Rozza, Battista

 

Sardagna, Giorgio

 

Sardagna, Nicolo

 

Scoz, Domenico

 

Scoz, Giovanni Battista

 

Sapagola, Francesco

 

Spiess, Hermann

 

Stiz, Giovanni

 

Stolf, Antonio

 

Stricher, Luigi

 

Stulzer, Beniamino

 

Stulzer, Giorgio

 

Stulzer, Giuseppe

 

Tamanini, Nicolla

 

Tambosi, Antonio

 

Tambosi, Giuseppe

 

Tiso, Gabriele

 

Tomazelli, Francesco

 

Tomelin, Antonio

 

Tomelin, Alfonso

 

Tonelet, ...

 

Trevisani, Eugenio

 

Uller, Antonio

 

Valcanaia, Paulo

 

Valler, Virgilio

 

Vimercate, Innocenzo

 

Vicentini, ...

 

Os lotes l e 1A pertenceram a Franz Block e Wilhelm Ditlerner. 
Em 1876 e 1878 vieram os de Verona, Cremona, Brescia, Mantova, que se localizaram à beira do Ribeirão São Pedrinho, Picada da Guaricanas e Ribeirão São Paulo. Alguns se localizaram nas regiões de Subida e Lontras, mas depois desistiram por não terem se adaptado porque os locais eram inóspitos e os perigos e confrontoscom os índios eram evidentes. Por isso retornaram a Rodeio indo povoar São Pedro Novo (Valenova), Diamante, Arapongas e outras vertentes. O estabelecimento definitivo na "Vale Nova" deu-se até 1882, incluindo milaneses e genoveses.As famílias que povoaram o São Pedrinho Velho foram:

 

Andini, Ângelo

 

Anseimi, Vittorio

 

Avi, Giacomo

 

Avosani, Cario

 

Bassani, Felice

 

Beilini, António

 

Berti, Lorenzo

 

Cani, Adolfo

 

Cani, Giuseppe

 

Dall'Andrea, Maddalena

 

Merlini, Giovanni Battista

 

Mora, Giuseppe

 

Morastonni, Ottorino

 

Pertuzzoni, Vicenzo

 

Raffaelli, Giuseppe

 

Scottini, Francesco

 

Scottini, Giacinto

 

Scottini, Pietro

 

Sevegnani, Pietro (II)

 

Tovazzi, Domenico

 

Venturi, Cario

 


As famílias que povoaram o São Pedrinho Novo (Valenova) foram: 
Destefani, Dionísio

 

Beninca, Pasquale

 

Picetti(?), Francesco

 

Brassiani, Giovanni

 

Cipriani, Davide

 

Cipriani, Fortunato

 

Cipriani, Pietro

 

Faggiani, Giuseppe 

 

Luigi, Francesco

 

Pavanelli, Andréa

 

Rigo, Marco

 

Scoz, Bartolomeu

 

Tonet, António 

 

Tonet, Luigi

 

Valle, Ângelo

 

Venturi, Santo

 


Inda nesta época aconteceram novas migrações de Lontras e Subida para as localidades de Diamantina (o Pico), e até 1888 houve os que povoaram Rio Belo e Araponga. Como a população ia crescendo, muitas famílias começaram a procurar novas terras e novas possibilidades porque a região não era extensa e era preciso expandir a área agrícola. Sob a orientação inteligente de Frei Lucínio Korte, o franciscano co-fundador, várias famílias de colonos migraram para terras mais férteis do Alto Vale. Entre elas destacou-se o Senhor Luiz Bértoli, de Rodeio, que chefiou um grupo pioneiro e que povoou as atuais cidades de Rio do Sul, Taió, Rio do Oeste. Em algumas regiões do Médio Vale do Itajaí e do Norte Catarinense outras famílias dispersaram-se em busca de novas perspectivas de vida e de progresso. 

1.3 MEIOS DE COMUNICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO

 

A Picada de Rodeio ou Caminho de Rodeio, atalho estreito no meio da floresta, comunicava-se via Timbó, Indaial, Blumenau, em condições muito precárias. As viagens eram feitas a pé, a cavalo ou em carroças alugadas, em caminho acidentado. O perigo estava sempre iminente por causa da presença de animais ferozes, índios selvagens e grande quantidade de cobras venenosas. Eugênio Uber foi o pioneiro da construção das estradas desta região. Em 1880 organizou uma Comissão que planejou e executou o alargamento das primeiras picadas, condição fundamental para tornar o trânsito menos deficiente, permitindo que as carroças pudessem transitar até o Rio Itajaí, onde a Balsa servia de transporte para o outro lado do rio. As famílias dependiam comercialmente de Timbó, Indaial e Blumenau. Em 1882 já quase todos os caminhos se interligavam, inclusive a Vale Nova com São Pedrinho. Em 1911 Rodeio teve como meio de comunicação mais rápido e importante a Estrada de Ferro Santa Catarina, a EFSC que realizava uma "Parada" em Diamante. Em 15 de dezembro de 1918 passou a ser criada a Estação Ferroviária de Ascurra que passou a servir a toda a população. Os passageiros de Rodeio eram levados até a Estação de carroça particular ou pelo "Trole" - veículo colocado à disposição dos passageiros e que fazia a função de Correio. Mais tarde foi substituído por um veículo motorizado, uma caminhonete denominada "A Linha". Em 1919 foi inaugurada na Vale Nova a Usina Elétrica, cujo técnico foi Pietro Vota. A Usina forneceu luz e força às moradias até 1930. Em seguida Rodeio passou a receber energia elétrica da Usina Salto de Blumenau, que destinou um Agente para o Posto de Rodeio, o alemão Armando Hoffmann. O posto possuía uma linha de comunicação telefônica com Blumenau. Em seguida instalou-se em Rodeio uma Agência Postal sob a gerência da Senhora Helena Scoz, e em 1924, anexo a esta, começou a funcionar uma Estação Telefônica - Telegráfica. Nesse mesmo ano foi instalada a Coletoria Estadual. Em 1925 foi festejado o  Cinqüentenário da Imigração e em 1975 o 1° Centenário. Em 1929 foi instalado o Estabelecimento de "Tiro Militar" em Rodeio, extensão do Exército Brasileiro para os jovens ítalo-brasileiros nascidos aqui. Em 1930 foi inaugurado o Hospital "São Roque", empreendimento de espírito comunitário através da Sociedade" que o criou.

 


1.4 FUNDAMENTOS DA SOCIEDADE

 

Italianos, poloneses, alemães e uma minoria de brasileiros foram os primeiros habitantes. Os fundadores que iniciaram a colonização eram em geral famílias de camponeses e artesãos. Eles herdaram da Itália uma cultura sólida baseada na fé católica, na obediência à Igreja e na preservação dos valores da família. O trabalho era condição essencial de sobrevivência e de luta para o domínio da terra ou dos trabalhos artesanais. A terra, por excelência, era o tesouro que tinham perdido na pátria de origem, a qual lembravam com muita saudade. Mas apesar do sacrifício e da dor dos primeiros anos, aprenderam a amar e respeitar a terra brasileira que lhes deu guarida e pão. Os primeiros filhos de colonizadores nascidos aqui foram balizados pelo primeiro Vigário de Joinville, Padre Carlos Boegershausen, que visitava a Colônia de Blumenau de tempos em tempos. A primeira criança balizada foi a menina Teresa, filha de António Beber. A primeira missa em Rodeio foi celebrada no dia 7 de maio de 1876 nas casas de Giuseppe Fiamoncini e Giovanni Pacher. A construção da primeira capela provisória de "Nossa Senhora das Dores" foi provavelmente realizada em 1876 em terreno doado por Giuseppe Bonvecchio. Os casamentos eram realizados em Blumenau; os noivos e testemunhas eram transportados em carroças. O primeiro casamento foi o de Antônio Fronza e Lorenza Giácomo. Como a capela provisória já se tornava pequena para o grande conforto espiritual necessário à comunidade que crescia, os colonizadores trataram de erigir um prédio maior inaugurado em 16 de abril de 1893, que seria a sede dos Padres Franciscanos os quais assumiriam a direção do povo. Na época ainda se serviam da Capela da "Madona Dolorata", a provisória; enquanto isto já se ativava a campanha para a construção da Igreja Oficial, cuja pedra fundamental foi lançada em 1894, sob a liderança do co-fundador e Pai Espiritual Frei Lucínio Korte, primeiro vigário, em terras doadas por Valentino Fruet e Leonardo Scoz. A Igreja Matriz foi oficialmente inaugurada em 4 de junho de 1899 recebendo o nome de "São Francisco de Assis", base de toda a formação das famílias, sede da primeira escola italiana para os filhos dos imigrantes. O prédio da Escola Paroquial foi construído em 1893 onde também fazia parte o primeiro Salão de Teatro que funcionou juntamente com a escola até 1942. Em 1895 ficou oficialmente fundada a primeira residência dos Padres 
Franciscanos conjuntamente com a primeira capelinha para o Santíssimo, anexa ao prédio. O primeiro Mestre-Escola da Escola Paroquial foi o Irmão Leigo Frei Germano Munsick OFM e a direção era sempre dos Franciscanos. Em 1893 os moradores de São Virgílio e Santo António começaram a erigir suas próprias capelas e escolas. 
Em 1942 foi fundado o Grupo Escolar "Osvaldo Cruz", primeira Escola Pública Estadual Brasileira em Rodeio, em substituição à Escola Italiana, pois a Colônia encontrava-se em pleno processo de nacionalização da Língua Portuguesa.  O primeiro Diretor do "Oswaldo Cruz" foi o Senhor Abelardo Souza substituído pela Senhora Semíramis Duarte Silva Bosco. No início, o Grupo Escolar recebeu uma equipe de professoras de Florianópolis para suprir a necessidade de formação brasileira. No dia 4 de junho de 1899 foi solenemente realizada a bênção do primeiro grande templo católico, a Igreja Matriz de São Francisco de Assis, sob a direção da Província da Imaculada Conceição. Em 1900 Rodeio passou a ser Paróquia cuja abrangência atingia Rio do Sul a Jaraguá do Sul. Em 1901 foi instalado o Noviciado da Ordem Franciscana e o  Convento anexo ao templo passou a ser a residência oficial dos padres, leigos e noviços. Os perigos iminentes provindos da ação dos índios que vagueavam pelas matas da região continuavam a amedrontar não só os colonos, mas os próprios missionários franciscanos que deviam se embrenhar na floresta visitando as "freguesias" para dar assistência religiosa. Os selvagens, por sua vez, ameaçados de perderem seus espaços físicos por causa do desenvolvimento evidente da colonização, assaltavam as habitações mais isoladas causando prejuízos e vítimas. Os "caçadores de bugres" e as autoridades não conseguiam intimidá-los suficientemente. No período de 1889 a 1902 aconteceram 15 assaltos; as localidades paroquiais atingidas foram: São Pedrinho, Ipiranga, Rio Herta, Josefina, Ribeirão São Paulo, Guaricanas, Subida e Lontras, totalizando 9 mortes. Em 3 de abril de 1904 surgiu o primeiro Jornal: "L'AMICO", sob a administração dos padres franciscanos, sustentados até 1917. José Ferreira da  Silva registrava os fatos da história da região e Mário Locatelli escrevia colunas de fatos isolados e às vezes comicos, como é o caso da coluna  "Ciàcere in Confidenza". Theobaldo Costa Jamundá escreveu o livro sobre Rodeio: "Interpretação Regional". Os primeiros historiadores foram porém os próprios padres que registravam tudo em suas crônicas. Mais tarde surgiu o  Jornal "O ESCUDO". Em 16 de julho de 1905 instalou-se o Convento das Irmãs da Divina Providência para a instrução das crianças e acedência aos doentes. Em 1915 surgiu a Congregação das Irmãs Catequistas Franciscanas, fundada por Frei Policarpo Schuen, com a premente necessidade de atender à crescente atividade da formação e do progresso religioso da infância e da juventude. As três primeiras abnegadas moças que atenderam ao chamado e portanto que fundaram a Congregação, foram: Amabile Avosani, Maria Avosani e Liduína Venturi, todas três de Rodeio e filhas de imigrantes. Nas capelas provisórias desde 1880 funcionavam as escolas também provisórias, que por falta de mestres, os colonos mais instruídos ensinavam as primeiras lições aos filhos dos outros colonos. A base da instrução era fundamentalmente catequese e alfabetização. Na capela central o primeiro leigo catequista foi Valentino Fruet, em seguida Giovanni Fava, sendo depois sucedidos por Frei Germano e pelo co-mestre Virgílio Campestrini. Em seguida as Irmãs da Divina Providência assumiram a Escola Paroquial Italiana cujas primeiras mestras foram: Irmã Eulógia e Irmã Clemência Beninca. Na capela de São Virgílio os primeiros mestres foram: Vimercati, Senhora Ropelato, Savério Bogo e Giuseppe Sevegnani, seguidos depois pelas Irmãs Catequistas. Na Capela de Santo António, os primeiros mestres foram: Giuseppe Zaniuca, Giuseppe Sevegnanai e Adolfo Negherbon até a chegada das Irmãs Catequistas. Podemos considerar fundadoras e colonizadoras as primeiras famílias dos colonos imigrantes, sob a orientação geral de Frei Lucínio Korte, que serviu de Mestre de todos os ofícios básicos para o trabalho; ele foi o Mestre da instrução, das profissões, da formação religiosa, influenciando muito na formação geral da sociedade. A religiosidade impressa no povo foi tão forte que ultrapassou a metade deste século, tanto que na administração do Prefeito Georg Schütz Júnior criou-se o Decreto N° 27 de 3 de dezembro de 1957 que "consagrou oficialmente" o município de Rodeio aos Sagrados Corações de Jesus e de Maria. O decreto previa inclusive que anualmente essa consagração fosse comemorada no dia 3 de novembro como feriado municipal.


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